Comecei. Não, espera. Pensei
melhor por um tempo melhor. Calma, eu chego lá. Vou relembrar e adiantar, pois
tudo o que me resta é ir. E a vida? Sim, a vida. Ela e suas surpresas. Também te
seguem? Somos iguais, mas diferentes. Já diziam por aí que esperança não morre.
Espera, ela morre, mas por último certo? E se ela morresse primeiro, o barco
afundaria. Não vou falar mal, mas vou dizer o que te faz bem. Se a verdade te
faz bem, prossigo. Não, eu paro.
Vamos pensar porque tem muita gente que quer
amar. Amar? Achei que não iria falar sobre isso. Vou? Sim, um pouco. Talvez eu
erre ou acerte por você também amar. Não ama mais? Aquilo lá era amor? Sim,
era. Amor de bandejas, amor de cervejas. Amor de carinho, amor de dar-se até o
último suspirinho. Verdade não é? Que você ainda continua esperando e por isso
continua suspirando. Um dia vai entregar-se e vai sobreviver. O barco não
afundou porque a esperança é a última e você é o primeiro. Enxergue de novo.
Observe, veja. Cuide dos detalhes. Faça amor, entregue a vida e viva. Agora eu
começo e não paro mais. Juro que vou até o fim, porque de amor meu bem eu só
vivo assim. Entre nexos e anexos. Entre cabeças e tijolos, barros e águas. Uma
mente disposta nada pára.
Por: Matheus Carneiro
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