18 de agosto de 2012

Amor do vem e vai

Matheus Carneiro
"Gosto de brincar de escrever."
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Começo a pensar de forma diferente porque as iguais já não prestam. Prefiro ficar em casa nesse sábado de chuva esperando você me ligar. O tempo passa, mas eu gosto. Eu gosto da demora que tem um pouquinho de saudade. Saudade que aumenta e fica, que não me desanima. Eu sento e espero, penso, mas eu canso. Amor que vem e vai , que expõe sem medo e que brinca sem saber. Que sabe cuidar e cuidar pra viver. Uma dose de alegria pra animar. Ah, os desejos! Desejos que estão ligados ao meu estilo composto. Composição que eu fiz ainda sem ter noção do que realmente queria. De quando eu era criança e me vestia de pijama, corria, caia na lama, sobrevivia ao drama. Amor do vem e vai que me atrai, não acaba não, me faz viver tudo de novo e que não seja em vão.
Vou voltar e pensar em você porque talvez isso elimine o tédio da noite. Ouço músicas que não deveria ouvir e publico o que não deveria escrever. Eu sou complicado, só que mais complicado que isso é o tal do amor do vem e vai. Ele não acaba, mas às vezes se distrai. Suga toda sua força, te consome. Você não percebe, mas um dia, um dia, ele vai chegar e vai entrar. Vai ser educado e licença pedirá.  Vou ir dormir. A chuva acabou e o amor ficou. Guardei o sabor e o gosto que ficou.

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